sábado, 22 de outubro de 2016

Editorial: Democracia: que horas ela volta?

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O ministro Gilmar Mendes, que preside o TSE, sempre foi apontado como uma espécie de advogado dos tucanos na nossa corte suprema, o STF. Não há, por parte dele, qualquer pudor em esconder este fato. Não raro concede entrevistas, emite opiniões, antecipa decisões, sempre em favor de tucanos de alta plumagem ou contra seus desafetos políticos. De acordo com alguns analistas políticos, ele seria o homem chave na transição de poder entre os peemedebistas e tucanos, num rodízio golpista, sem a presença de setores da oposição. Até bem pouco tempo, o script seria mais ou menos este: No final de 2016, através de uma rejeição de contas de campanha que está sendo analisada no STE - em separado, imaginem - ele criaria as condições para impor um afastamento do senhor Michel Temer(PMDB), abrindo a vacância para um tucano, preferencialmente José Serra, uma espécie de testa de ferro dos interesses americanos no Brasil. Isso através de uma manobra congressual.

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