segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Editorial: Lula também é meu "amigo". E agora?


É bastante curioso esse contorcionismo jurídico e policial engendrado pelas forças conservadoras com o propósito de incriminar Lula de qualquer jeito, seja em razão das reformas no tríplex do Guarujá, no sítio de Atibaia, das tralhas que ele recebeu quando ocupava o Palácio do Planalto e, mais recentemente, pela expressão "amigo", que surgiu numa planilha de propinas da Construtora Odebrecht onde o tal "amigo" teria feito jus a 08 milhões de reais. Esta última conclusão é dos delegados da Polícia Federal. O que começou com algumas "convicções" de membros do Ministério Público - que estão processando a Folha de São Paulo por tê-los tratado de "trapalhões" - agora chega-se ao limite das "suposições". Num tom espirituoso, os advogados do ex-presidente, insinuam que ele também deve ter tirado alguma vantagem na construção da Muralha da China, por exemplo. (...) 

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