segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Editorial: Um imbróglio de R$ 10 milhões nas mãos de Michel Temer



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Até recentemente, o presidente Michel Temer nomeou o Deputado Federal Osmar Serraglio, do PMDB do Paraná, para ocupar a cadeira deixada por Alexandre de Moraes, que assume a vaga de Teori Zavascki no STF. A indicação de Serraglio deixou bastante descontente a bancada mineira do PMDB, que desejava a indicação. Eles prometem uma rebelião, mas a gente já sabe como isso funciona. Como eles não são movidos por nenhum espírito republicano, as coisas acabam se "ajeitando". Nas coxias do poder se comenta que a indicação de Serraglio para o cargo atende a um termo de ajustamento de conduta do presidente em relação ao amigo Eduardo Cunha. Do ponto de vista do interesse público, uma indicação profundamente infeliz, uma vez que os peemedebistas estão envolvidos até a medula em denúncias de irregularidades apontadas no curso das investigações da Operação Lava Jato. O histórico de Serraglio na Comissão de Constituição de Justiça da Câmara dos Deputados, por sua vez, também não o recomendaria, uma vez que foi acusado de manobrar em defesa do Deputado Eduardo Cunha(PMDB).

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