Doing some research on maroon communities in the State of Maranhão, especially those located in the city of Alcântara, often we received information that some impoverished neighborhoods on the outskirts of the capital St. Louis was home to former residents of quilombos, driven from their homelands. Expulsions motivated by many factors, such as a survival strategy, undue intervention in their natural habitat - the term let me - committing the resources necessary for survival of the group. Certainly the residents of Casa Grande did not migrate to the slums, but this subject deserves to new posts. One of these neighborhoods is quoted in the article the newspaper Folha de Sao Paulo: Carandiru. The district would house the headquarters of a company that signed an agreement for $ 1 million with the Ministry of Tourism, this time through amendment of the then deputy Pedro Novais, in 2010. I gather reporters Dimma Amora, Andreza matais and Felipe Seligman, it is a shell company, even a beautiful facade, as recommended former executive secretary of that folder management Marta Suplicy, who is accused of embezzlement, in research Federal Police. As stated by the journalist Josias de Souza, the process is well known: parliamentary amendment, fraudulent agreements, shell companies on behalf of oranges: diversion of resources, and add, damage to the Widow. This time Pedro Novais can not say that he knew nothing about these facts. The budget reportedly had not yet been released and their fate would be to build a bridge in the municipality of Barra do Corda.
sábado, 20 de agosto de 2011
Aécio Neves afirma que "faxina ética" de Dilma é apenas marketing.
Comenta-se que Fernando Henrique Cardozo teria recomendado ao PSDB o apoio à faxina ética que a presidente Dilma Rousseff impôs ao seu Governo, afastando servidores e ministros envolvidos em denúncias de corrupção. A relação entre ambos é a melhor possível, chegando o ex-presidente a sugerir a Dilma, através de artigo, mudanças no seu sistema de alianças. Aqui no HTTP://blogdojolugue.blogspot.com chegamos até a perguntar, em tom de brincadeira, se ele estaria interessado em entrar. Quanto à propalada CPI da corrupção, que a oposição tenta viabilizar no Congresso, FHC também teria aconselhado ao partido não assinar a petição. Dois grãos-tucanos assumem posições diametralmente opostas. Se, por um lado, FHC vem demonstrando solidariedade aos problemas enfrentados por Dilma, o senador Aécio Neves aproveita a oportunidade para criticar o seu Governo. Em cerimônia recente, afirmou que o PT formou verdadeiros feudos na máquina pública, elemento propício à corrupção. Neste aspecto, ele tem razão. Máquina pública gerenciada por parentes, amigos ou indicados constitui-se num problema. Ele só não tem razão ao afirmar que Dilma está fazendo dessa “faxina ética” um marketing para reeleger-se me 2014, com apenas 08 meses de Governo. Ainda é cedo para astear bandeiras. Dilma tem alguns problemas na condução política do Governo, mas sua retidão de caráter é inquestionável. Ela não compactua com a bandalheira e só não radicaliza em nome dessa tal governabilidade.
Folha faz denúncia de novas irregularidades no Ministério dos Transportes.
Realizando algumas pesquisas sobre comunidades quilombolas no Estado do Maranhão, sobretudo as localizadas na cidade de Alcântara, não raro recebíamos informações de que alguns bairros empobrecidos da periferia da capital São Luiz abrigava ex-moradores de quilombos, expulsos de suas terras de origem. Expulsões motivadas por inúmeros fatores, como estratégia de sobrevivência, intervenções indevidas em seu habitat natural - permitam-me o termo - comprometendo os recursos necessários à sobrevivência do grupo. Certamente, os moradores da Casa Grande não migraram para as favelas, mas esse assunto merece novas postagens. Um desses bairros é citado em reportagem do Jornal Folha de São Paulo: Carandiru. O bairro deveria abrigar a sede de uma empresa que celebrou um convênio de 1 milhão de reais com o Ministério do Turismo, desta vez através de emenda do então deputado Pedro Novais, em 2010. Segundo apuraram os repórteres Dimmi Amora, Andreza Matais e Felipe Seligman, trata-se de uma empresa de fachada, sequer uma fachada bonita, conforme recomendava o ex-secretário-executivo daquela pasta na gestão Marta Suplicy, acusado de desvio de recursos, em investigação da Polícia Federal. Como afirma o jornalista Josias de Souza, a tramitação é bastante conhecida: emenda parlamentar, convênios fraudados, empresas fantasmas em nome de laranjas: desvio de recursos, e, acrescentaríamos, prejuízos para a Viúva. Desta vez Pedro Novais não poderá alegar que nada sabia sobre esses fatos. A verba, segundo consta, ainda não teria sido liberada e o seu destino seria a construção de uma ponte no município de Barra do Corda. Ainda há uma chance do Estado brecar essa liberação.
RANKING DA POLITICA PERNAMBUCANA
EM ALTA: Jarbas Vasconcelos. Pela postura assumida no Congresso Nacional em favor da cruzada ética da presidente Dilma Rousseff. Sem demonstrar espírito corporativo que subverta os proncípios éticos, Jarbas, em pronunciamento no Senado Federal, sugeriu a presidente adotar com o PMDB, o seu partido, a mesma postura que vinha adotando em relação ao Ministério dos Transportes, ou seja, passando o rodo sem piedade, punido com rigor os curruptos. Essa posição de independência de Jarbas já é bastante conhecida e teve seu apogeu com a histórica entrevista concedida à Revista Veja. Jarbas paga um preço alto por suas posições. É execrado e isolado pelos companheiros de agremiação, que tem por ele um desprezo indisfarçável. Não é fácil e o autor do Blog conhece isso muito bem. Por sua coragem cívica, o http://blogdojolugue.blogspot.com o coloca em alta.
EM BAIXA: Comenta-se que na viagem que o governador Eduardo Campos fez a cidade de Curitiba, uma das coisas que mais o impressionou foi o estado de conservação das calçadas. Trata-se de uma grande prioridade para a gestão pública daquele cidade, comandada pelo prefeito Beto Richa. Brincando com o assédio de Eduardo Campos ao PSDB, Aécio Neves teria telefonado implorando que o governador de Pernambuco deixasse um pouco para ele. No Recife, no entanto, o quadro é caótico. Além de mal cuidadas - responsabilidade do poder público - ainda há o desrespeito de motoristas, que estacionam seus carros nas calçadas, impedindo o tráfego de pedestres.
BUNGE anuncia investimentos no país.
Em conversa reservada com a presidente Dilma Rousseff, o presidente internacional da Bunge, Alberto Weisser, informou que a empresa deverá investir algo em torno de 2,5 bilhões no Brasil, sobretudo em açúcar e bioenergia. Segundo comenta-se, um dos locais desses investimentos seria o Estado da Paraíba, precisamente na cidade do Conde, distrito de Jacumã. Jacumã concentra as melhores praias do litoral sul daquele Estado e, ultimamente vem recebendo grandes investimentos imobiliários. Um dos suportes da economia do município é o grande fluxo de turistas, atraídos pela beleza de suas praias, sobretudo Coqueirinho e Tambaba, uma das raras praias de naturismo da região Nordeste.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
FUNDASP(PUC-SãoPaulo) firma contrato suspeito com o Ministério da Agricultura.
Em sua edição de hoje, o Jornal Folha de São Paulo e a coluna do jornalista Josias de Souza repercutem uma reportagem sobre um contrato firmado entre o Ministério da Agricultura e a FUNDASP, Fundação mantenedora da PUC-São Paulo, com o objetivo de capacitar funcionários daquele órgão, cujas cifras chegam a R$ 9,1 milhões de reais. O contrato, para variar, é suspeito e foi assinado na gestão de Wagner Rossi. Envolve, inclusive, a assinatura de funcionários da Fundação Getúlio Vargas, dizem, falsificadas. Pelo andar da carruagem, a Polícia Federal terá muito trabalho pela frente, depois que decidiu investigar os contratos do Ministério da Agricultura. De um modo geral, isso já deveria ter alertado os órgãos fiscalizadores do Estado. Há muitos problemas envolvendo essas fundações ligadas às universidades. No Estado de Pernambuco, para ficarmos na província, as duas principais universidades tiveram problemas com suas fundações.
João Paulo já não consegue disfarçar seu desconforto no PT.
O foto estampada na capa do jornal Folha de Pernambuco, em sua edião de hoje, onde o deputado federal João Paulo estampa uma visível expressão de impaciência, logo abaixo uma declaração atribuída a ele, de que o PT parece desejar perder as eleições no Recife, é o reflexo dessas conversas intermináveis na agremiação, que insiste em não submeter-se aos fatos: se o PT insistir na candidatura de João da Costa, corre um sério risco de perder as eleições no Recife, uma praça prioritária para as pretensões de poder da agremiação. Na foto, que não é esta que publicamos, não sabemos se por infelicidade do fotógrafo, João Paulo aparece com uma fisionomia carregada. Nem as sessões de meditação estão sendo suficientes para reanimar o petista, envolvido numa grande celeuma com os antigos companheiros de militância. No encontro que manteve com lidranças petistas em Brasília, logo após a conversa com Lula, cujo teor foi mantido a sete chaves, João teria adiantado o que haviam conversado, inclusive o seu desconforto na agremiação.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Dilma Rousseff: Faxina sim, mas na miséria.
Consciente dos limites impostos pela governabilidade que, neste país, exige dos governantes a convivência com um certo grau de corrupção da máquina pública, a presidente Dilma Rousseff anunciou hoje que irá usar o estoque de sabão do Planalto para fazer uma faxina sim, mas na miséria brasileira. É como o HTTP://blogdojolugue.blogspot.com afirma, o Governo Dilma já teria entregue os cadáveres necessários, suficientes para evitar tumultos na frente do prédio do IML. Sem muita habilidade para fazer o meio de campo político; com uma assessoria muito mal escalada; Dilma, a partir de agora, irá liberar as emendas, atender os telefonemas dos parlamentares da base aliada, recebê-los no Planalto para os canapés e, se deixarem, tentar “tocar o seu Governo”. Disposto a ajudar a sua afilhada, Lula teria recomendado ao PT que parasse com as especulações em torno do seu nome para 2014. Os petistas que estão se orientando nessa direção estariam prestando, na realidade, um grande deserviço a Dilma.É verdade. O autor do Blog, assim como os eleitores de Dilma, já estão impacientes com esse engessamento do Governo, motivado pelas chantagens da base aliada.
Wagner Rossi está vendo chifre em cabeça de cavalo.

De acordo com o jornalista Josias de Souza, do Jornal Folha de São Paulo, O ex-ministro da Agricultura, Wagner Rossi, nos últimos parágrafos de sua carta de demissão enviada a presidente Dilma Rousseff, teria feito algumas insinuações sobre quem poderia estar por trás da “perseguição implacável” movida contra ele pelos veículos Veja e Folha de São Paulo. Sua carta, como um todo, além de enfatizar logicamente suas realizações naquele ministério, é um rosário de lamentações sobre a imprensa, que não estaria fazendo jornalismo, mas cometendo um “assassinato de reputação”. Mais tarde, já um pouco aliviado e refeito da refrega, teria apontado o nome de José Serra como o responsável pela definição de pauta da Revista Veja e do Jornal Folha de São Paulo. Wagner atribui essas ações de José Serra a interesses paroquianos, como a disputa pela Prefeitura da Cidade de São Paulo, em 2012, onde Serra, possivelmente seria candidato. Trata-se, obviamente, de um delírio de Wagner Rossi. Não é de hoje que esses veículos de comunicação seguem uma linha editorial orientada pelo jornalismo investigativo, denunciando irregularidades no poder público. Rossi também vai abrir uma consultoria? Não esqueça, Wagner, de convidar o “Dr. Júlio”.
Dilma Rousseff em fase de lua de mel com Eduardo Campos.
Permanentemente orientada a “fazer política”, algo que, definitivamente, não é sua praia, a presidente Dilma Rousseff até que tem se esforçado. Recomendou aos seus ministros que não deixassem de atender os telefonemas ou receber em seus gabinetes os congressistas; abriu as portas do Planalto para os canapés e os chás da cinco; autorizou a Ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, a liberar as emendas dos parlamentares. Diante das “baixas” na sua base aliada, quem mereceu os afagos da presidente foi o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que parece ter superado aquela fase de animosidade entre ambos, depois que Eduardo passou uma reprimenda na ministra Ideli Salvatti, ativando o espírito de corpo de Dilma. Conforme já afirmamos aqui no http://blogdojolugue.blogspot.com, ai de quem mexer nesse triunvirato. Jobim que o diga. Comenta-se em Brasília que o almoço com Eduardo, causou uma ciumeira danada. Dilma o recebeu sozinho e o “moleque” dos jardins da Fundação Joaquim Nabuco ainda teve direito a um "pudim" de sobremesa.
Paulo Sérgio Passos: um depoimento fraco na Câmara dos Deputados.
Diferentemente da carta de demissão de Wagner Rossi, disponibilizada no site do Ministério e também publicada no HTTP://blogdojolugue.blogspot.com, neste aspecto, bastante transparente, a carta de demissão de Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do DNIT, entregue a presidente Dilma Rousseff, lacrada, suscitou muitas especulações. Essas especulações vieram a público durante depoimento do atual Ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, na Câmara dos Deputados. Passos afirmou que não havia nada de mais nessa correspondência, salvo aquele rosário de lamentações freqüentes. A oposição não pensa assim e insinua que Pagot teria revelado detalhes da engenharia de falcatruas naquela pasta. No mais, os parlamentares não ficaram satisfeitos com as explicações de Paulo Sérgio Passos, alegando que ele tergirversou bastante, deixando de responder questionamentos cruciais. O que fica claro, depois de uma afirmação de Pagot ao deixar o DNIT – publicada em artigo postado aqui no Blog e no www.fundaj.gov.br – é que Paulo Sérgio conhecia todos os passos. Depois dos escândalos dos Ministérios do Turismo e da Agricultura, os secretários-executivos ficaram com o prestígio mais baixo do que poleiro de pato. Paulo Sérgio que se cuide.
The Economist: Vai sobrar alguém no Governo Dilma?
A revista inglesa The Economist é considerada a bíblia do conservadorismo inglês. Não raro o Brasil tem ocupado suas páginas, sobretudo em razão do nosso potencial econômico ou questões relativas aos altos índices de violência urbana. Desta vez, no entanto, em reportagem, o semanário pergunta, depois da queda do quarto ministro do Governo Dilma Rousseff, em apenas 08 meses de mandato: vai sobrar alguém? Realmente, o Governo Dilma herda a herança maldita de um “jeitinho brasileiro” de fazer política, extramamente nocivo ao interesse público. Dilma até que gostaria de usar todo o estoque de sabão do Planalto, mas deixaria seus corredores bastante escorregadio. O afastamento de Wagner Rossi foi pontualmente acordado com Michel Temer, de maneira a na ampliar as áreas de atrito entre o Planalto e a famigerada base aliada. Pode parecer exagero o que estamos afirmando, mas Dilma não ousaria demití-lo sem pedir autorização a Temer.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Wagner Rossi entrega o cargo a presidente Dilma Rousseff. (Íntegra da carta de demissão)
Leia, a seguir, a íntegra da carta de demissão do Ministro
Brasília, 17 de agosto de 2011
Neste ano e meio na condição de ministro da Agricultura do Brasil, consegui importantes conquistas. O presidente Lula fez tanto pela agricultura e a presidenta Dilma continuou esse apoio integralmente.
Fiz o acordo da citricultura, anseio de mais de 40 anos de pequenos e médios produtores de laranja, a quem foi garantido um preço mínimo por sua produção.
Construí o consenso na cadeia produtiva do café, setor onde antes os vários agentes sequer se sentavam à mesma mesa, com ganhos para todos, em especial os produtores.
Lancei novos financiamentos para a pecuária, recuperação de pastagens, aquisição e retenção de matrizes e para renovação de canaviais.
Aumentei o volume de financiamento agrícola a números jamais pensados e também os limites por produtor, protegendo o médio agricultor sempre tão esquecido.
Criei e implantei o Programa ABC, Agricultura de Baixo Carbono, primeiro programa mundial que combina o aumento de produção de alimentos a preservação do meio ambiente, numa antecipação do que será a agricultura do futuro.
Apoiei os produtores de milho, soja, algodão e outras culturas que hoje desfrutam de excelentes condições em prol do Brasil.
Lutei por nossos criadores e produtores de carne bovina, suína e de aves que são protagonistas do mercado internacional.
Melhorei a atenção a fruticultura, a apicultura e a produtos regionais, extrativistas e outras culturas.
Apoiei os grandes, os médios e os pequenos produtores da agricultura familiar, mostrando que no Brasil há espaço para todos.
Deus me permitiu estar no comando do Ministério da Agricultura neste momento mágico da agropecuária brasileira.
Mas, durante os últimos 30 dias, tenho enfrentado diariamente uma saraivada de acusações falsas, sem qualquer prova, nenhuma delas indicando um só ato meu que pudesse ser acoimado de ilegal ou impróprio no trato com a coisa pública.
Respondi a cada acusação. Com documentos comprobatórios que a imprensa solenemente ignorou. Mesmo rebatida cabalmente, cada acusação era repetida nas notícias dos dias seguintes como se fossem verdades comprovadas. As provas exibidas de sua falsidade nem sequer eram lembradas.
Nada achando contra mim e no desespero de terem que confessar seu fracasso, alguns órgãos de imprensa partiram para a tentativa de achincalhe moral: faziam um enorme número de pretensas “denúncias” para que o leitor tivesse a falsa impressão de escândalo, de descontrole administrativo, de descalabro. Chegou-se à capa infame da “Veja”.
Tudo falso, tudo rebatido. Mas a campanha insidiosa não parava.
Usaram para me acusar, sem qualquer prova, pessoas a quem tive de afastar de suas funções por atos irregulares ou insinuações de que tinham atuado com interesses menos republicanos nas funções ocupadas. O principal suspeito de má conduta no setor de licitações passou a ser o acusador de seus pares. Deram voz até a figuras abomináveis que minha cidade já relegou ao sítio dos derrotados e dos invejosos crônicos. Alguns deles não passariam por um simples exame de sanidade.
Ainda assim nada conseguiram contra mim. Aí tentaram chantagear meus colaboradores dizendo que contra eles tinham revelações terríveis a fazer, mas que não as publicariam se fizessem uma só acusação contra mim. Torpeza rejeitada.
Finalmente começam a atacar inocentes, sejam amigos meus, sejam familiares. Todos me estimularam a continuar sendo o primeiro ministro a, com destemor e armado apenas da verdade, enfrentar essa campanha indecente voltada apenas para objetivos políticos, em especial a destituição da aliança de apoio à presidenta Dilma e ao vice-presidente Michel Temer, passando pelas eleições de São Paulo onde, já perceberam, não mais poderão colocar o PMDB a reboque de seus desígnios.
Embora me mova a vontade de confrontá-los, não os temo, nem a essa parte p odre da imprensa brasileira, mas não posso fazer da minha coragem pessoal um instrumento de que esses covardes se utilizem para atingir meus amigos ou meus familiares.
Contra mim nem uma só acusação conseguiram provar. Mas me fizeram sofrer e aos meus. Não será por qualquer vaidade ou soberba minha que permitirei que levem sofrimento a inocentes.
Hoje, minha esposa e meus filhos me fizeram carinhosamente um ultimato para que deixasse essa minha luta estóica mas inglória contra forças muito maiores do que eu possa ter. Minha única força é a verdade. Foi o elemento final da minha decisão irrevogável.
Deixo o governo, agradecendo a confiança da presidenta Dilma, do vice-presidente Michel Temer, do presidente Lula e dos líderes, deputados, senadores e companheiros do PMDB e de todos os partidos que tanto respaldo me deram.
Agradeço também a todos os leais colaboradores do Ministério da Agricultura, da Conab, da Embrapa e de todos os órgãos afins. Penso assim ajudar o governo a continuar seu importante trabalho, retomando a normalidade na agricultura.
Finalmente, reafirmo: continuo na luta pela agropecuária brasileira que tanto tem feito pelo bem de nosso Brasil. Agradeço as inúmeras manifestações de apoio incondicional da parte dos líderes maiores do agronegócio e de suas entidades e também aos simples produtores que nos enviaram sua solidariedade.
Deus proteja o produtor rural e tantos quanto lutem na terra para produzir alimentos para o mundo. Deus permita que tenham a segurança jurídica necessária a seu trabalho que o Congresso há de lhes garantir. Lutei pela reforma do Código Florestal. É importante para o Brasil. Outros, talvez mais capazes, haverão de continuar essa luta até a vitória.
Confio que o governo da querida presidenta Dilma Rousseff supere essa campanha sórdida e possa continuar a fazer tanto bem ao nosso país.
Sei de onde partiu a campanha contra mim. Só um político brasileiro tem capacidade de pautar “Veja” e “Folha” e de acumular tantas maldades fazendo com que reiterem e requentem mentiras e matérias que não se sustentam por tantos dias.
Mas minha família é meu limite. Aos amigos tudo, menos a honra.
Wagner RossiMinistro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Pedro Taques, o touro indomável. A estrela sobe.
Nesses últimos dias, somente o http://blogdojolugue.blogspot.com, mencionou inúmeras vezes o nome do senador do PDT, Pedro Taques, o touro indomável, como é conhecido pelos amigos. Ex-procurador da República, Pedro Taques vem ganhando projeção em função de suas posições e dos seus pronunciamentos em defesa da res publica. É um dos senadores alinhavados com o movimento em favor da faxina, um grupo de congressistas éticos que se propuseram a cerrar fileiras em favor das ações que a presidente Dilma Rousseff iniciou em seu Governo, atingindo, sobretudo o Ministério dos Transportes. Sobre este assunto, ontem, em cadeia nacional, o senador pernambucano Jarbas Vasconcelos cortou na própria pele e pediu que a presidente usasse o mesmo propósito que a moveu em relação ao seu partido, o PMDB. Altivez e independência que merece os cumprimentos do Blog. Pedro Taques defende penas mais duras para magistrados envolvidos em casos de currupção – também cortando na prápria pele-, e, no caso das polêmicas algemas utilizados nos envolvidos em corrupção no Ministério do Turismo, na Operação Vaucher, Pedro Taques afirmou que a reação se deu unicamente em função de atingir as mãos sensíveis dos moradores da Casa Grande. Quando se usa algemas nos moradores da favela, afirma, ninguém se importa.É um parlamentar cuja estrela está em ascendência. Se o Blog do Jolugue tivesse um ranking da política brasileira – similar ao publicado semanalmente em relação à política pernambucana – Pedro Taques, certamente, estaria em alta. Parabéns ao senador do PDT, que honra a memória do combativo Leonel Brizola.
Wagner Rossi, Ministro da Agricultura, pede demissão do cargo.
O Ministro da Agricultura, Wagner Rossi, entrou num inferno astral que parece não haver saída. Agora é um servidor daquele órgão que o acusa de subverter os processos licitatórios, contratando pessoas estranhas ao ministério, numa espécie de “terceirização” dessa função. O servidor reafirma que a cúpula do ministério, conforme denúncia de revista Veja, é íntima do “Dr. Júlio”, que tinha gabinete no ministério, preparando, ele mesmo, os processos a serem assinados pela autoridades públicas, liberando recursos. A revista Veja, desta semana, em matéria publicada no http://blogdojolugue.blogspot.com, traz uma série de denúncias contra o Ministro, que tratou de refutá-las no própria site do Ministério da Agricultura, também reproduzida pelo Blog. Wagner Rossi classificou a matéria da revista como “um assassinato de reputação”. Dilma Rousseff, que parece ter esgotado seu estoque de sabão na dispensa do Planalto, tratou logo de reafirmar sua confiança no apadrinhado do seu vice, Michel Temer. O servidor que faz a acusação, afirma que o Dr. Júlio distribuía, com freqüência, dinheiro entre os servidores do órgão. O currículo do Dr. Júlio, conforme é público e notório, é extenso. Ele, no entanto, teria revelado que vem sendo muito mal tratado. Um afago que seja e ele estaria disposto a descrever o caminho das pedras entre o ministério e a vice-presidência. Logo no início da semana, surgiram novas acusações contra Wagner Rossi, desta vez acusando-o de pegar carona num jatinho de empresa que tinha negócios com o Ministério da Agricultura, numa clara violação de conduta. Uma longa matéria do Jornal Nacional, ontem, também informa que essa empresa teria apresentado uma evolução patrimonial incomum. Numa situação que fez o autor do http://blogdojolugue.blogspot.com lembrar as famosas fitas do escândalo Watergate, o PSDB pediu ao Procurador-Geral da República que requisite as fitas do circuito interno daquele ministério, que poderão mostrar Wagner Rossi tomando um cafezinho com o tal Dr. Júlio. Diante de tantas acusações, a permanência de Wagner Rossi no Ministério da Agricultura tornou-se insustentável. Em carta a Dilma, ele pede demissão do cargo. Ainda nesta edição, o Blog publicará, para os seus leitores, a carta de demissão de Wagner Rossi. É mais um que o jornalismo investigativo demite. Tem comemoração na redação de Veja?
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Múcio Monteiro: O preferido de Eduardo Campos para 2014? Alguém ouviu falar?
Já afirmamos, em mais de um momento, que o nome escolhido pelo governador Eduardo Campos para sucedê-lo no Palácio do Campo das Princesas, a partir de 2014, pode preparar o terno da posse. Há alguns nomes cotados e consolidados e outros que podem vir a compor esse grupo, dependendo, sobretudo, da conjuntura e das articulações de Eduardo Campos em torno do seu projeto nacional. Consolidada uma aliança com o PSDB, por exemplo, de repente, o nome do deputado federal Sérgio Guerra poderia entrar na bolsa de apostas. Não por acaso, o PT local tem um ciúme danado dos churrascos de Sérgio Guerra com Eduardo Campos, na fazenda Macambira, em Caruaru. O diálogo de Eduardo Campos com o PSDB, por sua vez, tem sido cada vez melhor e trata-se de uma costura que vem se desenvolvendo desde as eleições passadas. A presidente Dilma Rousseff montou uma trinca de mulheres no Planalto, ela, Ideli Salvatti e Gleisi Hoffmann, que, longe de resolver os problemas do seu Governo, estão se notabilizando pela criação de atritos. Ai de quem se indispor com essa trinca. Comenta-se que Dilma ainda não teria perdoado Eduardo pela reprimenda imposta à Ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, durante um encontro em Brasília, com os governadores da região. A questão de Dilma com Eduardo Campos é bastante simples: ela deseja continuar no Palácio do Planalto e Eduardo prepara a mudança para aquela Casa. O que nos surpreendeu neste final de semana, foi uma notícia, publicada na coluna de política do jornal Folha de Pernambuco, onde o nome do Ministro do Tribunal de Contas da União, surge como o favorito de Eduardo Campos para sucedê-lo em 2014. Que o Pernambucano Múcio é bem articulado, que fez um excelente trabalho como Ministro das Relações Institucionais, que cultiva uma amizade pessoal com Lula e Eduardo, tudo bem. Quanto a ser o nome preferido de Eduardo Campos para sucedê-lo em 2014... trata-se de uma barriga? Possivelmente. Múcio Monteiro já passou do tempo das aventuras.
O Blog do Jolugue abre espaço para as suas denúncias.
O Blog do Jolugue abre espaço para as suas denúncias. Os leitores já identificaram o perfil do Blog e, não raro, enviam e-mails relatando fatos que estão ocorrendo em nossa cidade e em outras localidades, merecedores da atanção do poder público. Estacionamentos irregulares, buracos, sujeiras, abandono de logradouros públicos, atos de vandalismo, abusos de poder, críticas à administração pública, flagrantes de desrespeito às pessoas e animais, denúncias de corrupção são alguns dos assuntos abordados nas mensagens que recebgemos. Para serem publicadas, se faz necessário que essas mensagens seja acompanhadas de documentação pertinente, se possível com registro fotográfico. Portanto, se você gostaria de se manifestar sobre essas questões, envie sua mensagem para o e-mail do Blog do Jolugue ou para as redes sociais a ele vinculadas, como o Twitter ou Facebook, identificadas no canto direito da página, que teremos prazer em publicá-las, cumprindo nosso papel de zelar pelo interesse público.
Começa o toma lá dá cá: Ideli Salvatti anuncia a liberação de emendas parlamentares.
A Ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, anuncia a liberação de emendas aos parlamentares. Neste primeiro momento, a expectativa é que sejam liberados recursos da ordem de 01 bilhão de reais. Se, por um lado, isso significa uma sinalização clara de que o Governo objetiva retomar o diálogo com o Congresso – bastante chamuscado -, por outro, ocorre num momento inoportuno, quando são anunciadas a prisão de 38 pessoas, alguns servidores do Ministério do Turismo, acusadas de desvios de dinheiro público a partir dessas emendas. Os recentes desvios de recursos naquela pasta tem origem na liberação de emenda da deputada do PMDB, Fátima Pelaes. Essas emendas,consorciadas às ONGs picaretas, constituem-se num dos maiores mecanismos de corrupção do Estado. Não exagera o senador do PDT, Pedro Taques, ao afirmar que “as emendas são o pai e a mãe da corrupção”. Comenta-se, entretanto, que o gesto do Governo não será suficiente para acalmar a base aliada, sobretudo os caciques do PMDB, que passaram a se reunir em Brasília para, entre uma e outra baforada de charutos cubanos, conspirarem no sentido de uma possível abertura de CPI contra o PT. O Objetivo seria chantagear a presidente Dilma Rousseff.O mais entusiasmado com a idéia seria o senador pelo Estado de Alagoas, Renan Calheiros. A partir de um determinado momento, o PMDB e o PR passaram a acreditar que estão sendo vítimas do Partido dos Trabalhadores. Seria o PT que estaria por trás do vazamentos de informações comprometedoras.
domingo, 14 de agosto de 2011
Matéria da Revista Veja com graves acusações ao Ministro da Agricultura, Wagner Rossi.
O ministro Wagner Rossi, da Agricultura, gastou a semana passada tentando convencer a presidente Dilma Rousseff e o Brasil inteiro de que não tinha ligações com as interferências do lobista Júlio Fróes nos negócios da pasta que comanda, como havia sido revelado por VEJA. Apesar da demissão de Milton Ortolan, segundo na hierarquia e seu braço direito há 25 anos, e das provas de que Fróes tinha sala dentro da Comissão de Licitações da Agricultura, Rossi posava de marido traído. Chamado ao Congresso para dar explicações, disse que Ortolan era ingênuo, e que ele, como ministro, não podia controlar a portaria do ministério para impedir a entrada de Fróes. Sobreviveu uma semana, mas vai precisar de muito mais do que frases de efeito se quiser continuar na cadeira de ministro.
Cristiano Mariz
A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado mostra que Wagner Rossi, paulistano de 68 anos, é um colecionador de problemas, um daqueles políticos que costumam deixar um rastro de histórias esquisitas por onde passam.
A primeira história relatada por VEJA remonta ao tempo em que Rossi presidia a Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, vinculada ao ministério da Agricultura. No final de 2007, a estatal doou 100 toneladas de feijão para a prefeitura de João Pessoa, então comandada por Ricardo Coutinho, do PSB, hoje governador da Paraíba. O feijão deveria ser distribuído entre famílias de baixa renda, mas como havia uma eleição municipal em 2008, o prefeito decidiu guardar parte do estoque. Funcionário da Conab há 25 anos, Walter Bastos de Moura descobriu a irregularidade e a denunciou diretamente a Wagner Rossi, em abril de 2008. Rossi prometeu tomar providências.
Como nada aconteceu, Walter Bastos passou a vigiar a mercadoria estocada. Em setembro, a poucos dias eleição, ele recebeu a informação de que o feijão seria enfim distribuído e acionou a Polícia Federal e a Justiça Eleitoral. Para evitar o flagrante, diz ele, a prefeitura decidiu sumir com as provas e despejou 8 toneladas de feijão no aterro sanitário de João Pessoa. A cena do lixão inundado por grãos foi registrada no vídeo abaixo.
A história chegou a ser explorada como denúncia contra o prefeito, mas era muito mais grave: tratava-se de um flagrante do uso político da Conab para favorecer aliados do governo federal. Num acesso de sinceridade, o ex-presidente da empresa Alexandre Magno Franco de Aguiar, que sucedeu Rossi na empresa e hoje é seu assessor especial no ministério, confessou a VEJA que o próprio Rossi usou o expediente de distribuir alimentos para conseguir votos, inclusive para favorecer eleitoralmente o filho, Baleia Rossi, deputado estadual e presidente do diretório do PMDB de São Paulo.
Já no cargo de ministro da Agricultura, para o qual foi nomeado em março de 2010 por Lula, Rossi não tardou a implantar seu método de lidar com a coisa pública. Em 8 de dezembro do ano passado, a Comissão de Licitação do Ministério da Agricultura estava reunida para abrir as propostas técnicas de quatro empresas que disputavam um contrato para prestar serviços de comunicação à pasta. Um dos representantes de empresas ali presente fez uma denúncia grave. Disse, em alto e bom som, que aquilo era um jogo de cartas marcadas e que já estava acertado um “pagamento de 2 milhões de reais ao oitavo andar”. No oitavo andar, fica o gabinete do ministro.
O presidente da Comissão de Licitação, Israel Leonardo Batista, disse que registraria a acusação em ata e a encaminharia à Polícia Federal. Não demorou para que fosse chamado à sala da então coordenadora de logística do ministério, Karla Carvalho, onde recebeu a ordem de não tomar nenhuma atitude. Karla já era, na época, figura de confiança de Rossi. De lá para cá, só subiu na hierarquia da pasta. Até a semana passada, era a poderosa secretária-executiva do ministério. Trabalhava diretamente com Milton Ortolan, demitido horas após a última edição de VEJA chegar às bancas com as revelações sobre Júlio Fróes.
Não bastassem as suspeitas que rondam seu gabinete na Agricultura, o ministro ainda deve esclarecimentos sobre sua atuação na Companhia Docas de São Paulo (Codesp), cargo ao qual chegou também pelas mãos do amigo Michel Temer. Quando presidia a Codesp, uma estatal, Rossi descobriu que empresas contratadas pelo Porto de Santos deviam 126 milhões de reais à Previdência. Em vez de exigir que acertassem as contas, decidiu pagar ele mesmo a fatura – com dinheiro público da Codesp, é claro. A lista de beneficiários do dinheiro público inclui 99 empresas privadas que jamais quitaram os débitos assumidos pela estatal. Em 2005, seis anos depois do acordo, apenas 20.000 reais haviam sido ressarcidos à empresa.
Amigo há 50 anos e leal servidor do vice-presidente Michel Temer, Wagner Rossi entrou para a política em 1982, quando concorreu pela primeira-vez a deputado federal. Até então, levava uma vida modesta de professor universitário. Morava em uma casa de classe média em Ribeirão Preto, tinha uma Kombi, uma Belina e um Fusca Laranja, com o qual fez a campanha. “Ele não tinha dinheiro nem para bancar os santinhos”, lembra João Gilberto Sampaio, ex-prefeito de Ribeirão Preto. Depois de dois mandatos como deputado estadual, dois como deputado federal, a presidência da Codesp, da Conab e dois anos como ministro (funções cujo salário máximo é de 26 mil reais), sua ascensão patrimonial impressiona.
O homem do fusca laranja e sua família são, hoje, proprietários de empresas, emissoras de rádios, casas e fazendas. Wagner Rossi mora numa das casas mais espetaculares de Ribeirão Preto, no alto de uma colina, cercada por um bosque luxuriante, numa área de 400 mil metros quadrados. Adquirida em 1996, quando ele era deputado, a mansão é avaliada hoje em 9 milhões de reais. Tudo, nas palavras do ministro, conquistado com o esforço de 50 anos de trabalho e uma herança recebida.
Wagner Rossi, Ministro da Agricultura, rebate acusações de Veja.
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Dilma Rousseff: Congresssitas éticos saem em sua defesa.
Um conjunto de parlamentares estão organizando a defesa da presidente Dilma Rousseff no Congresso: Entres eles, Pedro Simon, Cristovam Buarque, Pedro Taques. A revista Veja desta semana – execrada pelos petistas – Elogia, em editorial, a conduta da presidente Dilma Rousseff, que age com rigor em relação às denúncias de irregularidades em seu Governo. A mesma revista, praticamente, após longa matéria, com direito à chamada de capa, pede a cabeça do Ministro da Agricultura, Wagner Rossi, que será difícil de entregar, conforme expusemos onterm aqui no http://blogdojolugue.blogspot.com .Para o senador Pedro Simon, a presidente segue uma linha de conduta correta, mas estariam tentando boicotá-la. O senador Jarbas Vasconcelos, que já concedeu uma longa e polêmica entrevista à veja, onde disseca o DNA corrupto do seu partido, o PMDB, bem que poderia se integrar ao grupo.
Operação Voucher: As imagens da discórdia. Polícia Federal em crise.
A revista IstoÉ desta semana publica uma matéria sobre a crise que se instaurou na Polícia Federal, com a prisão de servidores do Ministério do Turismo. Cobrado por Dilma a explicar-se sobre o uso de algemas na Operação Voucher, José Eduardo Cardozo sequer sabia do andamento da operação. Logo em seguida, surgiu mais um problema: a divulgação da foto de alguns presos, pelos jornais, desta vez uma explícita violação de direito, fato condenado pela OAB. Acionada pelo ministro para explicar-se, como sempre, pesaram as razões corportativas da entidade, acionando o gatilho de ameaça de greve. Quanto ao uso das algemas, o HTTP://blogdojolugue.blogspot.com mantém a posição convergente com outra postagem, aqui mesmo no Blog, onde o senador do PDT, Pedro Taques, afirma que o uso das algemas incomada, sobretudo, as mãos sensíveis dos ocupantes da Casa Grande. Quando usada na Senzala, ninguém se importa.
sábado, 13 de agosto de 2011
Wagner Rossi: Veja aponta uma série de irregularidades em sua gestão.
Diferentemente de Lula, que não gostava de ler, Dilma Rousseff costuma acompanhar com atenção o noticiário. Na Carta Capital desta semana há uma entrevista com a presidente, onde, ao abordar a questão da corrupção na máquina pública, Dilma foge dos clichês mais comuns e foca a questão na eficiência, admitindo que age não apenas em função de princípios morais, mas, sobretudo, movida pelo entendimento de que um Estado corrupto é, igualmente, ineficiente e ineficaz. As observações de Dilma são evidentes. Num outro momento, postamos um comentário sobre uma tese de doutoramento onde o autor conseguiu estabelecer uma nexo causal entre corrupção e qualidade de ensino, ou seja, nas cidades onde ocorriam desvio de recursos destinados à educação, o aproveitamento do alunado era sensivelmente prejudicado em sala de aula. Como gostar de ler, a revista Veja deve estar em seu gabinete. Traz uma longa matéria, onde aponta o Ministro da Agricultura, Wagner Rossi, como um corrupto contumaz. Vamos ver agora se Dilma terá coragem de pedir sua cabeça ao vice-presidente, Michel Temer. Ele não reúne a menor condição de continuar como ministro. Justamente agora, quando o Planalto começava a acenar com afagos à base aliada, numa tentativa de melhorar sua relação com o Congresso.
João Paulo não andou de Brasília amarela, mas é o melhor candidato a prefeito do Recife.
Nessa conversa que o deputado federal João Paulo terá com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segunda-feira, muitas questões devem se postas na mesa, como o estranhamento entre ambos, quando João Paulo resolveu peitar o partido e impor o nome do ex-secretário, João da Costa, como o herdeiro do seu espólio político, fazendo dele o prefeito do Recife. A vaga teria sido reinvidicada pelo hoje senador, Humberto Costa. Lula deve ter uma grande admiração por João Paulo, mas Humberto foi o companheiro da Brasília amarela, que quebrava sempre, dos trajetos pelo interior do Estado, em direção à terrinha da garoa, onde Lula nasceu. Foi o companheiro de Lula no período das vacas magras do partido, regados a um bom bode assado e uma pinga, debaixo do pé de jacarandá, num barzinho de beira de estrada. A amizade entre Humberto e Lula, portanto, é mais consolidada. Independentemente disso, João precisa dizer a Lula que será o prefeito do Recife com ou sem o PT. Melhor com.
Entrevista com Armando Monteiro: "Temos responsabilidade com as transformações de Pernambuco".
“Temos responsabilidade com as transformações de Pernambuco”
Pautar o mandato no Senado e se manter sempre em sintonia com as demandas e necessidades das populações das diversas regiões de Pernambuco. É com este sentido que o senador Armando Monteiro cumpre uma intensa agenda de viagens pelos sertões do São Francisco e do Araripe.
Em entrevistas a rádios das duas regiões e Sertão do Pajeú, Armando Monteiro explicou o objetivo da viagem: “Embora tenhamos um mandato com horizonte longo, de oito anos, a legitimação desse mandato se dá na medida em que eu esteja próximo das comunidades que represento. Preciso estar permanentemente auscutando as comunidades, ouvindo, recolhendo as sugestões e, sobretudo, me sintonizando com as demandas de cada uma das microrregiões. Esse compromisso eu assumi desde a primeira hora e vou honrá-lo”.
Veja abaixo um pouco do que falou Armando Monteiro em entrevistas em Petrolina nesta sexta-feira (12) pela manhã e a rádios de Serra Talhada e Ouricuri, ao longo do dia:
“Não vou repetir o erro de outros que se distanciaram da população”
Armando Monteiro – “Não estou endereçando esta crítica a um senador especificamente. Isso não acontece só em Pernambuco.Um mandato de oito anos, às vezes coloca o parlamentar numa zona de conforto, é uma mandato longo, então ele corre o risco de se descolar muito da representação. Isso acontece, isso acontece no Brasil.Eu não quero reproduzir esse erro. Embora tenhamos um mandato com horizonte longo, a legitimação desse mandato se dá na medida em que eu esteja próximo das comunidades que represento. Entao, eu recebi um mandato dos pernambucanos e preciso estar permanentemente auscutando as comunidades, ouvindo, recolhendo as sugestões e, sobretudo, me sintonizando com as demandas de cada uma das microrregiões. Esse compromisso eu assumi desde a primeira hora e vou honrá-lo”.
“Minha obrigação é ser um bom senador”
Armando Monteiro – “Eu não estou realmente tratando de 2014. Estou procurando exercer o mandato que recebi nas urnas em 2010, para ser um bom senador. Essa é a minha obrigação. Quero me colocar bem no cumprimento dessa missão. O que virá no futuro, ninguém sabe”.
“Pernambuco vive momento extraordinário com a Frente Popular”
Armando Monteiro – “Nosso compromisso não é com grupos ou com partidos, é com Pernambuco. E temos que reconhecer que a Frente Popular vem dando a Pernambuco mostras de que Pernambuco muda, de que Pernambuco se desenvolve e o governo vem operando transformações, Pernambuco vive um momento extraordinário. E a nossa obrigação é preservar esses interesses e temos que continuar juntos pra poder consolidar esse projeto”.
“O PSB tem pré-candidatos com densidade em Petrolina”
Armando Monteiro – “Isso não me cabe, é uma questão de economia interna do PSB...definir o calendário, o momento de definição das candidaturas. Portanto, eu respeito esse calendário que o próprio PSB vai fixar. Agora, o que se evidencia é que o PSB dispõe de muitas opções aqui em Petrolina e que todas elas são opções de candidatos com densidade, com capital político indiscutível. Nós temos aqui um quadro de opções para o PSB rico. Então, acho que o partido vai conduzir esse processo de forma a preservar os interesses da própria Frente. É evidente que o PSB terá em Petrolina um protagonismo natural na Frente. Temos a confiança de que o PSB haverá de conduzir bem esse processo”.
O Giro pelo Sertão
Armando Monteiro – “Na realidade nós viemos aqui atendendo a múltiplos compromissos. Em Petrolina, foi uma agenda mais ligada ao ambiente empresarial, porque houve o lançamento, numa parceria da Fiepe com a Prefeitura de Petrolina, de uma agenda, de um trabalho técnico que foi desenvolvido junto com as lideranças empresariais e lideranças da área acadêmica de Petrolina para oferecer um projeto, uma agenda estratégica para o município. Então eu recebi este convite porque ao tempo em que era presidente da CNI ajudamos na formulação desse projeto, e com muita alegria eu estive na solenidade que marcou o lançamento desta agenda. Já agora no Araripe, é uma agenda de caráter mais político. Nós vamos manter contato com as lideranças do PTB e de outros partidos da região, atendendo também a uma demanda que sempre recebemos dos companheiros, que nos convidam aqui para estar mais próximos. Eu disse desde o começo do meu mandato como senador que não ficaria naquela zona de conforto que geralmente os senadores ficam. Como é um mandato de oito anos eles terminam se distanciando muito das comunidades, das bases que representam. Como eles não têm aquela pressão da eleição que está próxima, eles muitas vezes se afastam, se distanciam. E o meu compromisso é de não reproduzir isto. É o de estar perto, de estar sintonizado com as demandas das diversas regiões de Pernambuco para que lá no Senado eu possa, no exercício do meu mandato, representar os interesses de Pernambuco. Pernambuco é um estado que cresce, é um estado que se desenvolve, mas temos ainda muitos desafios, sobretudo o desafio de poder interiorizar o desenvolvimento de Pernambuco, de fazer um desenvolvimento mais equilibrado, que integre todos os pernambucanos, do sertão, do agreste, das matas sul e norte. Este é o desafio que temos”.
O PTB chegou a convidar João Paulo?
Armando Monteiro – “Não fizemos o convite porque o deputado João Paulo, com quem nós mantemos uma relação de amizade – não é só uma relação política, é uma relação de amizade, de confiança, de companheirismo...O companheiro João Paulo, embora nós tenhamos conhecimento de que houve problemas nessa sua relação com o prefeito João da Costa, e que houve algumas dificuldades internas no PT, nunca nos disse de forma clara, direta, que estaria saindo do PT. E como ele tem uma trajetória que foi forjada no PT, ele tem muita identidade com o PT, nós evidentemente só poderíamos cogitar de um convite a João Paulo se ele saísse do PT. Então nós não vamos invadir a seara de um partido da aliança, de um partido que é da nossa frente, para poder estar tirando companheiros ou estimulando a saída de companheiros.
Eleição do Recife
Armando Monteiro – “Agora, eu quero dizer que a eleição no Recife passa por João Paulo. Esta é uma constatação que todas as lideranças políticas de Pernambuco sabem. É uma figura que tem um grande carisma popular, teve uma administração que foi muito bem avaliada na prefeitura do Recife, tanto que elegeu o sucesso no primeiro turno. Portanto, nenhum dos atores, nenhuma das lideranças da nossa Frente Popular, seja de que partido for, pode desconhecer a força da liderança do ex-prefeito João Paulo. Então, nós temos que construir um caminho que valorize a participação do companheiro João Paulo. E o PTB reconhece esta liderança”.
Sobre 2014
Armando Monteiro – “Eu não posso dizer que vejo (especulações de candidatura ao governo em 2014) com estranheza porque evidentemente isto significa que há um reconhecimento a nossa trajetória política. E aí os companheiros olham sempre para adiante, para 2012, 2014. Então eu não posso deixar de dizer que estas especulações são próprias do ambiente político. Isto acontece. Veja que o outro Senador, o nosso companheiro Humberto Costa, também tem seu nome sempre especulado e lembrado na imprensa como um potencial candidato. Aliás, os senadores, como eles saíram de uma eleição majoritária agora, eles se colocam normalmente, isto não é uma questão em Pernambuco. Em qualquer outro estado os senadores são sempre lembrados quando se fala da eleição seguinte. Agora, o que vou dizer de forma muito sincera é que eu não estou olhando este calendário. Eu fui eleito para ser senador. Eu quero no momento desempenhar bem o cumprimento deste mandato que os pernambucanos me confiaram, foram 3 milhões e 130 mil votos que recebi”.
Entusiasmo com o Senado
Armando Monteiro – “Eu tenho que lá no Senado da República corresponder a esta expectativa. Estou muito entusiasmado com o meu trabalho lá no Senado, atuando nas comissões importantes da Casa. Na comissão de Constituição e Justiça, na Comissão de Assuntos Econômicos, na Comissão de Educação, lutando pela micro e pequena empresa, lutando pelo ensino médio profissional, com o Pronatec, atuando em algumas frentes parlamentares como a do combate ao crack, olhando a questão do jovem, do adolescente, relatando uma medida provisória importante como a 529 que foi aprovada nesta semana, que me deu muita alegria. Através desta medida provisória nós estamos reduzindo a contribuição do INSS para a dona de casa, para a doméstica, para a mulher que trabalha em casa neste país, e aí ela vai passar a poder ter os benefícios previdenciários pagando menos INSS, apoiando o micro e pequeno empreendedor. Em suma, eu estou muito motivado no exercício do meu mandato parlamentar. Portanto, não estou com esta mosca azul da eleição de 2014. Estou numa Frente, e esta Frente tem uma liderança, que é o governador Eduardo Campos. Vamos caminhar, e como alguém já disse, o futuro a Deus pertence”.
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