Mais um exemplo emblemático daquele ano que não terminou, segundo a matéria da revista Veja, que comentamos por aqui. Há algum tempo os Estados Unidos realizam manobras militares no Mar do Caribe, concentrando ali um grande contingente militar. Perdoem-nos pelo trocadilho, mas tudo estava "maduro", perfeitamente dentro das possibilidades. Nos últimos dias ocorreram dois ataques dos Estados Unidos em solo da Venezuela, um deles sob a coordenação da CIA, supostamente em local de refino ou processamento de drogas. Estava evidente que logo viria um ataque em proporções maiores, como o realizado nesta madrugada, que culminou com o sequestro do presidente Nicolás Maduro. Em vão a estratégia adotada pelo serviço de inteligência daquele país latino-americano, com o objetivo de proteger o presidente Nicolás Maduro.
Dizem que ele nunca dormia mais de uma noite num único local. Isso seria o de menos. As manobras e tessituras utilizadas pelos serviços de inteligência são escabrosas. Num dos momentos em que a CIA tentou matar Fidel Castro, articularam com uma amante do comandante o seu envenenamento. Fidel gostava de uma determinada bebida - salvo melhor juízo, uma vez que tentaram matar Fidel mais de 360 vezes - e a amante tinha a missão de colocar o veneno neste drink. Na última hora ela desistiu do intento. O arsenal dessas é gigantesco. O que não faltam são traidores dispostos a receberam milhões de dólares para entregar a cabeça dos seus chefes. O presidente Lula reagiu, como prevíamos no dia de ontem, 02, veementemente à agressão dos Estados Unidos ao país vizinho. Vamos aguardar os desdobramentos do episódio no campo diplomático.
Os informes de autoridades norte-americanas sinalizam que o presidente Nicolás Maduro - que não é tratado pelos Estados Unidos como presidente de um país - já se encontra em solo americano aguardando julgamento. Na realidade, o Governo Norte-Americano já tem um veredicto sobre Nicolás Maduro. Há muito tempo ele é acusado de estar mancomunado com os traficantes que operam na região. A ação do Governo Americano, coincidentemente, ocorre num momento em que Donald Trump já advertiu o Governo do Irã que não iria tolerar as agressões aos manifestantes que se mobilizam nas ruas da capital, em protestos contra a situação econômica e política do país. A foto acima foi divulgada recentemente, mas carece ainda de confirmação. Há quem esteja dizendo que Madura teria sido morto na operação.

Nenhum comentário:
Postar um comentário