Alguns analistas políticos já consideram que acendeu a luz vermelha na comunicação de campanha do pré-candidato Flávio Bolsonaro. Já faz algum tempo que o problema existe, para sermos sinceros desde o início do lançamento do nome de Flávio Bolsonaro, mas sugere-se que estamos chegando a um limite. Depois do affair entre o próprio candidato e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, agora é a vez do embate entre bolsonaristas históricos, com direito à troca de farpas entre ele. Com tantos erros de comunicação, afinal, quem precisa de adversários? Com os nervos à flor da pele, acaba sobrando para pessoas como o senador Rogério Marinho, cidadão bastante equilibrado e ponderado.
Seu nome está sendo envolvido de forma equivocado nessa engrenagem. O senador é o menos responsável pelos equívocos de comunicação da campanha, embora seja o coordenador da campanha do senhor Flávio Bolsonaro. Ontem estávamos lendo um texto dos mais lúcidos sobre o assunto. De fato, o que, no frigir dos ovos, está ocorrendo é uma espécie de "transtorno" de comportamento do próprio Flávio, tendo que acenar para os radicais bolsonaristas, de um lado, e, por outro, procurar a ponderação necessária para não afugentar os 27% do eleitorado infenso à polarização política, o grupo que, afinal, define as eleições presidenciais no país, de acordo com estudos. O centrão sociológico, segundo João Santana.
Quem vai, por exemplo, controlar as falas e até mesmo as atitudes de Eduardo Bolsonaro, que se encontra nos Estados Unidos? Eles estão cometendo equívocos diuturnamente. Já existe uma opinião formada entre parte do eleitorado a respeito do tarifaço de Trump, que não é favorável ao candidato. Mesmo com esses problemas intestinais, o jogo continua equilibrado na disputa pela cadeira do Palácio do Planalto. A última pesquisa do Instituto GERP mostrou Flávio numericamente à frente de Lula. 45% a 42%. Na margem de erro, mas à frente.

Nenhum comentário:
Postar um comentário