pub-5238575981085443 CONTEXTO POLÍTICO. : Editorial: Rogério Marinho será o coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro.
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Editorial: Rogério Marinho será o coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro.



Acabou não ocorrendo o encontro entre o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Muitas especulações surgiram em torno deste encontro. Muito em razão dessas especulações, Tarcísio de Freitas optou por cancelar a visita ao amigo. Flávio Bolsonaro andou antecipando o que, supostamente, Jair Bolsonaro diria ao ex-subordinado. Mesmo com muitas incertezas, a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro está posta. Ontem foi anunciado que ele deverá convidar o senador do Rio Grande do Norte, Rogério Marinho, para coordenar sua campanha. Com isso, Rogério Marinho desiste de tentar se eleger governador do Rio Grande do Norte. O senador faz um bom trabalho no parlamento, principalmente em relação à CPMI do INSS. 

Com essas mexidas nas peças do tabuleiro, hoje, uma das maiores especulações diz respeito ao pleito em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Com uma reeleição assegurada, o dilema de Tarcísio diz respeito apenas ao momento certo de tentar o voo nacional. Por outro lado, o PT precisa, literalmente, da raspa dos votos naquela colégio eleitoral, se deseja equilibrar o jogo a nível nacional, assegurando mais um mandato para o presidente Lula. O percentual de votos adquiridos por Fernando Haddad, em 2022, foi fundamental para a vitória de Lula. Além da capital, São Paulo tem ume penca de colégios eleitorais nevrálgicos, com percentuais de votos que ultrapassam a barreira de um milhão. Um fraco desempenho ali de um candidato ao Palácio do Planalto, pode ser determinante para a sua vitória ou derrota. 

Tudo indica que Haddad poderá ir para o sacrifício mais uma vez, candidatando-se apenas para manter os percentuais de votos fundamentais a mais uma vitória do petista, considerando-se a hipótese de manutenção de sua hegemonia em regiões com o Nordeste. Em troca, segundo se especula, Haddad assumiria um ministério chave no quarto mandato de Lula, habilitando-se para sucedê-lo. É bom salientar que esta estratégia já foi pensada quando ele foi indicado para a Fazenda, onde o próprio Governo não lhes assegurou as condições adequadas para fortalecê-lo. Haddad foi derrotado pelos grupos mais ideológicos do petismo, para quem essa conversa de austeridade fiscal soa estranha. 

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