Salvo melhor juízo, quatro institutos de pesquisas já confirmaram uma vantagem numérica do candidato Flávio Bolsonaro sobre Lula no segundo turno das eleições presidenciais. Todos eles dentro de uma margem de erro em média de 2pp, o que pode significar, inclusive, que o petista pode estar à frente do representante do bolsonarismo. Hoje, 15, saiu mais uma pesquisa sobre as intenções de voto para a Presidência da República, desta vez realizada pelo Instituto Quaest\Genial. Na pesquisa anterior, o Instituto registrou um empate técnico rigoroso entre os dois candidatos, cada um deles com 41% das intenções de voto. No dia 11, com ampla repercussão, o Instituto Datafolha já sinalizava uma vantagem numérica do candidato Flávio Bolsonaro sobre Lula, algo já observado pelos institutos AtlasIntel e Paraná Pesquisas.
No primeiro turno permanece a vantagem de Lula sobre Flávio, mas convém esclarecer que teremos uma eleição em dois turnos. Outro dado preocupante para o Planalto é que, num eventual segundo turno - assunto tratado no editorial do Estadão no dia de hoje - candidatos como Ronaldo Caiado e Romeu Zema se tornam competitivos num enfrentamento ao presidente Lula. Até Romeu Zema, conforme o editorialista observa. E, por falar em candidaturas presidenciais, hoje voltou a circular a informação de que o deputado federal Aécio Neves voltou a formular o convite para que o ex-ministro Ciro Gomes volte a disputar uma eleição presidencial. Ciro, de fato, seria uma alternativa propositiva a esta disputa entre um modelo de gestão saturado e a ausência de propostas do outro lado.
A pesquisa do Quaest\Genial está registrada no TSE-BR - 09285\2026, com margem de erro de 2pp e escore de confiabilidade de 95%. No segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Lula crava 40%. No primeiro turno, Lula ainda mantém a vantagem: 37% a 32% de Flávio Bolsonaro. A pesquisa também mostrou que 52% desaprovam o Governo Lula, enquanto 43% aprovam. Segundo o cientista político pernambucano, Antônio Lavareda, Lula teria dificuldades de uma reeleição ostentando esses indicadores de aprovação. Estaria quase no limite. Salvo melhor juízo, de acordo com as avaliações do cientista político, o limite é de 40%. Abaixo disso, as possibilidades de uma reeleição são remotíssimas. Lula tem feito de tudo é tudo não tem sido suficiente para mudar este cenário.

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