pub-5238575981085443 CONTEXTO POLÍTICO. : O xadrez político das eleições estaduais de 2026 em Pernambuco: Raquel: longe das controvérsias, dialogando com o povo, entregando obras.
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quarta-feira, 29 de abril de 2026

O xadrez político das eleições estaduais de 2026 em Pernambuco: Raquel: longe das controvérsias, dialogando com o povo, entregando obras.




Soubemos, através das redes sociais, que o PT não descarta a possibilidade de aplicar algum tipo de punição aos "dissidentes" ou seja, algum companheiro que decida não apoiar a resolução da Executiva Estadual da legenda, negociada nacionalmente, que recomenda o voto no candidato João Campos(PSB-PE) ao Palácio do Campo das Princesas. Até recentemente tivemos um caso parecido na Paraíba, quando o diretório municipal de Campina Grande decidiu que os candidatos do partido ao Senado Federal seriam João Azevedo(PSB-PB) e Veneziano Vital do Rego(MDB-PB). Sabe-se que a chapa montada por João Azevedo, liderada por Lucas Ribeiro, que é do PP, tem um outro nome na composição, ou seja, o outro candidato ao senador talvez seja mesmo Nabor Wanderley(Republicanos-PB), ex-prefeito de Patos e pai do Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. Isso causou uma polêmica danada, mas logo foi posto panos mornos no assunto, acatando-se a decisão municipal e encerrando a questão.

Há aqui algumas questões interessantíssimas, reflexo dos arranjos políticos articulados em Brasília que, não necessariamente, refletem a dinâmica política local. O arranjo de Hugo Motta para favorecer seu pai, Nabor Wanderley, previa, inclusive, que Lula pudesse apoiá-lo, literalmente "rifando" nome mais afinado aos seus projetos políticos, a exemplo do senador Veneziano Vital do Rego, de um comportamento irrepreensível neste sentido. Na realidade, neste caso, convenhamos, a coerência está com o PT de Campina Grande. A deputada Cida Ramos, que preside o PT no estado, por conhecer tão bem essas nuances, mostrou-se compreensível em relação a tal polêmica. Aqui em Pernambuco permanece a querela entre os dissidentes locais, ou seja, um grupo de militantes e parlamentares que se identificam com o projeto de reeleição da governadora Raquel Lyra(PSD-PE). A princípio não imaginávamos que isso estivesse produzindo tanto desconforto na legenda, mas está. Vamos aguardar os próximos movimentos. 

Hoje saiu mais uma pesquisa sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco, realizada pelo Instituto Quaest, onde o candidato João Campos, abre 8 pontos de diferença em relação à sua principal concorrente, a governadora Raquel Lyra. Se os assessores de Lula ouvissem o marqueteiro João Santana já poderiam está afiando melhor o violino da comunicação política. E olha que João Santana, em princípio, não vai trabalhar para a campanha de Lula - o que já fez no passado - uma vez que, para a função,  Sidônio Palmeira já foi indicado.  Sugere-se que a governadora Raquel Lyra, a esta altura do campeonato, já anda moldando suas narrativas possivelmente consoante a orientação dos seus assessores de comunicação. Tem adotado a estratégia de ser indiferente em relação às especulações sobre os resultado das pesquisas de intenções de voto,  críticas ou algo parecido que provém do staff de João Campos ou a ele ligado

Raquel trabalha exaustivamente, faz suas entregas, conversa com as autoridades de Brasília de uma forma republicana, institucional, priorizando o atendimento às demandas públicas, que não podem estar subordinado a essas picuinhas. Assim como ocorreu na Paraíba, quando o candidato Cícero Lucena(MDB-PB) questionou um eventual apoio de Lula ao candidato Lucas Ribeiro. "Lula nunca disse isso", dizia ele. Aqui no estado, Raquel também nunca ouviu da boca de Lula que o seu palanque único é o do socialista João Campos. Comparando as duas pesquisas realizada pelo Instituto Quaest, uma diferença que já foi de 31 pontos, na primeira pesquisa, realizada ainda em 2025, hoje, 28, foi reduzida para apenas 08 pontos. Outro dado alvissareiro para a governadora é que ele conta com 62% de aprovação - num crescente - reunindo as credenciais fundamentais para uma reeleição. Tem crédito para renovar o contrato de locação do Campo das Princesas. A pesquisa do Instituto Quaest está registrada no TSE-PE 08904\2026

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