pub-5238575981085443 CONTEXTO POLÍTICO. : Alexandre de Moraes.
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sábado, 7 de março de 2026

Editorial: Ministro André Mendonça manda apurar vazamentos dos diálogos de Daniel Vorcaro.



Atendendo a um pedido dos advogados do banqueiro Daniel Vorcaro, O Ministro André Mendonça, respeitando as fontes dos jornalistas, manda a Polícia Federal apurar eventuais vazamentos dos diálogos entre Vorcaro e autoridades da República. Conforme comentamos por aqui no dia de ontem, 06, tais vazamentos se tornaram recorrentes no país. Não se traduz em nenhuma novidade. O Ministro Alexandre de Moraes negou que tivesse mantido com o banqueiro os diálogos que estão sendo divulgados pela imprensa. A Polícia Federal antecipou-se em informar que não seria responsável pelos vazamentos dos diálogos pessoais do banqueiro. Há um festival de acusações em curso. Assim como ocorre em relação a tais diálogos, o mesmo ocorre em relação aos vazamentos das movimentações bancários do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Lulinha. 

Salvo melhor juízo, membros da CPMI do INSS já se anteciparam em informar que não são responsáveis pelos dados divulgados pela imprensa. O presidente dos trabalhos daquela comissão, o senador Carlos Viana, que presta um grande serviço aos país na condição de parlamentar, informou que pretende convidar o ministro Flávio Dino para uma das sessões da comissão. No entendimento de Viana, o STF poderia ajudar mais nos trabalhos de investigações que estão sendo conduzidos por aquela comissão. Na realidade, estamos, neste momento, travando uma verdadeira guerra entre os Três Poderes da República. Alguns atores, mesmo ocupando papéis relevantes, estão se tornando ridículos neste processo, insistindo em remar contra a maré legalista e republicana. 

Se sobressai, entre os escombros, a condução dos trabalhos do Ministro André Mendonça, pautando suas decisões por critérios eminentemente legalistas, republicanos e orientados pela Constituição Federal, como não deveria deixar de ser. Já disse que estaria disposto a "cortar na carne" se o andamento das investigações assim determinarem. Por "cortar na carne" entenda-se a não submissão ao espírito de corpo. Vamos aguardar o rumo dos acontecimentos, uma vez que o país continua mergulhado numa espiral complicada, num estágio de degenerescência institucional talvez nunca visto antes. 

terça-feira, 7 de outubro de 2025

Editorial: A repercussão do diálogo entre Lula e Trump.



Repercute bastante o diálogo mantido entre o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente americano, Donald Trump. Não poderia ser diferente, uma vez que o bom senso, no contexto da relação entre os países, sempre recomendou a abertura desse diálogo, em contraposição as beligerâncias produzidas no campo da diplomacia entre os dois países. Os dois presidentes conversaram durante meia hora, tratando o diálogo como algo bastante positivo, prometendo, inclusive, novas rodadas de conversas. Lula teria pedido ao presidente americano que reconsiderasse essa questão das tarifas impostas aos produtos de exportação brasileiros. Pelo menos oficialmente, uma vez que há quem acredite que o assunto não foi tratado entre os dois governantes. 

Há um consenso de que o presidente Donald Trump, com a imposição dessas tarifas absurdas, deu a faca e o queixo para a recuperação da popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Estamos há um ano das próximas eleições presidenciais e hoje, definitivamente, Lula voltou ao jogo, algo dado como improvável há alguns meses atrás. O idioma da SECOM hoje é o soberanês. Não se fala noutra língua por ali. Sidônio Palmeira, Ministro da Comunicação Institucional, esteve presente entre o grupo fechado que acompanhou o reatamento do diálogo diplomático entre os dois países. Vamos torcer que este diálogo seja aprofundado, produzindo como resultado a distensão tarifária tão aguardada por setores de nossa economia. 

Pelo andar da carruagem política, no entanto, a abertura desse diálogo não implicaria num cessar das sanções aplicadas a autoridades brasileiras, principalmente do Supremo Tribunal Federal. Tais sanções já foram estendidas aos familiares do Ministro Alexandre de Moraes e especula-se que já uma lista de novos nomes que poderão ser atingidos. Algo sugere, no entanto, que esta tal química não seja algo perene.