pub-5238575981085443 CONTEXTO POLÍTICO.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Armando Monteiro: A candidatura de Fernando é legítima.


Em viagem desde o domingo aos municípios de Sairé, Arcoverde e Flores, no Sertão, o senador Armando Monteiro (PTB) concedeu entrevista na manhã desta segunda-feira (24) ao programa de Geraldo Freire, na Rádio Jornal. Ele falou sobre a sucessão municipal no Recife, sobre a intenção do ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB) de se lançar na cidade e reafirmou seus compromissos com a Frente Popular.
“Nós (PTB) temos uma posição cômoda, porque saímos do governo João da Costa. Então, temos autoridade para tomar o nosso rumo. Acho que, diante do cenário que está posto na sucessão do Recife, nós devemos considerar a possibilidade de múltiplas candidaturas no nosso campo. Eu vejo isso com naturalidade”, ressaltou.
Ao avaliar candidaturas alternativas, como a do ministro Fernando Bezerra, Armando disse que o PTB está aberto ao diálogo, caso não decida lançar um nome próprio. “Se essa candidatura própria do PTB for afastada, nós temos aí duas hipóteses: ou a hipótese de um nome do PT que pudesse reunir, justificar todo o apoio dessa frente, o que parece que está difícil de acontecer, ou então o apoio a uma candidatura alternativa, o que também eu não afasto, em princípio. Portanto, vamos deixar o quadro evoluir, temos aí muita coisa pela frente, vamos ver se há uma fixação dessas outras candidaturas e o PTB está aberto para discutir, está muito à vontade porque não se sente embaraçado em função de ter saído do governo João da Costa”.
Veja os principais trechos da entrevista de Armando Monteiro a Geraldo Freire:
Recife: “Devemos considerar a possibilidade de múltiplas candidaturas no nosso campo”
Armando Monteiro – “Nós saímos do governo João da Costa há quase um ano porque entendemos que, naquele momento, havia uma queixa sobre o desempenho da equipe, todo mundo apostava que o prefeito ia promover uma ampla reforma administrativa no seu governo. E o que nós fizemos foi o seguinte: vamos entregar os nossos cargos para que o prefeito fique inteiramente à vontade, para fazer as mudanças, as substituições que ele entender necessárias. Portanto, nós temos uma posição cômoda porque saímos do governo. Então, temos autoridade para tomar o nosso rumo. Diante do cenário que está posto na sucessão do Recife, eu acho que nós devemos considerar a possibilidade de múltiplas candidaturas no nosso campo. Eu vejo isso com naturalidade. Acho que os outros partidos da Frente também podem apresentar candidato e apresentar um projeto para o Recife. Então, nós temos já uma manifestação do PSB. Há setores do PTB que também pretendem apresentar uma candidatura. Eu vejo isso com naturalidade e acho que podemos ter um quadro de várias candidaturas no nosso campo, no Recife”.
Fernando Bezerra: “Eu acho legítimo ele apresentar uma candidatura no Recife”
Armando Monteiro – “Eu acho que ele pode legitimamente se colocar, ele tem credenciais, tem uma trajetória. Num primeiro momento, houve aquele problema de Petrolina, que ficou parecendo um movimento, vamos dizer assim, de certa resposta à movimentação... mas, ao que eu saiba, o ministro tem reiterado a muitos interlocutores, e eu inclusive vou estar com ele na próxima semana, a sua firme disposição de colocar-se no Recife, de apresentar uma candidatura no Recife. Eu acho legítimo”.
“Não afasto o apoio a uma candidatura alternativa”
Armando Monteiro – “No PTB existe uma certa pressão das bases por uma candidatura também. Se essa perspectiva for afastada, de uma candidatura própria do PTB – porque nós poderíamos aí nos reunir todos no segundo turno – ... se essa candidatura própria do PTB for afastada, nós temos aí duas hipóteses: ou a hipótese de um nome do PT que pudesse reunir, justificar todo o apoio dessa frente, o que parece que está difícil de acontecer, ou então o apoio a uma candidatura alternativa, o que também eu não afasto, em princípio. Portanto, vamos deixar o quadro evoluir, temos aí muita coisa pela frente, vamos ver se há uma fixação dessas outras candidaturas e o PTB está aberto para discutir, está muito à vontade porque não se sente embaraçado em função de ter saído do governo João da Costa.”
Compromisso com a Frente Popular
Armando Monteiro – “Na realidade, Geraldo, eu estava aqui no interior e recebi uma ligação do Jornal do Commercio me perguntando, repercutindo até uma matéria de um outro jornal, no sentido de que haviam dado conta de que haviam me dado um recado (o governador). Então, nós não precisamos mandar recados. Ele tem um canal direto, uma linha direta comigo. Nós não temos nenhuma dificuldade de diálogo, nós temos os mesmos compromissos com essa aliança e com Pernambuco. Inclusive, eu declarei - e acho estranho que não tivesse saído nessa matéria -, que eu tenho compromisso com essa aliança, com essa Frente. E não em função de nenhum projeto eleitoral ou pessoal. É que nós fizemos essa Frente pra dar curso a um projeto que vem mudando Pernambuco, que vem fazendo Pernambuco avançar. E não há nenhuma razão que possa justificar, vamos dizer, qualquer mudança de rumo. Há setores que especulam, até setores periféricos, como eu falei, que têm muito interesse em criar um clima de desarmonia, de desentendimento, mas esses que pretendem essa desarmonia não vão alcançar esse objetivo, porque eu tenho compromisso com essa Frente. Agora, existem algumas tensões em nível municipal, de disputas, de candidaturas, de pré-candidaturas, mas eu acho que nós devemos tomar cuidado pra essas questões locais não criarem um clima, um tensionamento desnecessário. Vamos ter que administrar esses problemas, mas, de minha parte, eu continuarei fiel a esse espírito de nossa aliança, que é uma aliança que tem compromissos programáticos com Pernambuco e que não foi feita para resolver problemas nem projetos eleitorais episódicos. Ela foi feita para fazer com que Pernambuco avance e possa continuar construindo um novo ambiente no plano econômico, fazendo com que Pernambuco retome o seu dinamismo. E, portanto, eu tenho firmemente esse compromisso”.
(Assessoria de imprensa)

Gilberto Carvalho: Dilma ainda ‘avalia’ se Orlando fica

Na sexta-feira (21), após converser com o ministro Orlando Silva, Dilma Rousseff o manteve na poltrona de ministro do Esporte.
A julgar pelo que informam as repórteres Cristiane Jungblut e Catarina Alencastro, a decisão só deve ser levada a sério até certo ponto. O ponto de interrogação.
Testemunha da conversa, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) declarou o seguinte sobre a permanência do colega:
A presidente vai avaliar, aguardar os próximos dias. Ela tomou uma decisão [na sexta], mas não dá para dizer que temos uma posição definitiva…”
“…Ela se recusa a entrar na onda sem fim. A presidente quer ter o direito de fazer a avaliação com calma, atendendo aos princípios da defesa…”
“…O governo não quis entrar no clima de histeria. A presidente teve uma atitude de cuidado, de não se prejulgarem os fatos.”
Gilbertinho, como o ministro é chamado na intimidade, refutou a avaliação de que Dilma dá a Orlando sobrevida que não deu a ministros que caíram antes dele:
“Não difere [a atitude de Dilma]. Das outras vezes, ela também agiu com calma. É que as pessoas [os outros ministros] resistiram menos.” Pediram para sair.
Perguntou-se ao presidente do PCdoB, Renato Rabelo, se o refresco servido a Orlando há três dias é garantia de que ele permanecerá no posto.
E Rabelo: “Não temos essa ilusão. Há toda uma campanha que persiste em atingir o ministro, para que seja deslocado do governo…”
“…É para atingir o ministro e o partido. Não acreditamos que vá arrefecer assim, mas onde estão as provas?! É muita injustiça.”
Nesta segunda (24), Dilma viaja para Manaus. Vai inaugurar uma ponte sobre o Rio Negro. A seu convite, Lula participará da cerimônia.
Nos últimos dias, o ex-soberano aconselhou o PCdoB e Orlando a “resistirem”. Dilma decerto vai trocar um dedo de prosa com seu patrono.
No vídeo lá do alto Orlando Silva –o cantor que encatava multidões, não o ministro—entoa ‘Caprichos do Destino’. Começa assim:
“Se Deus um dia olhasse a terra e visse o meu estado /
Na certa compreenderia o meu trilhar desesperado…”
“…E tendo ele em suas mãos o leme dos destinos
/ Não deixar-me-ia assim, a cometer desatinos…”
“…É doloroso, mas infelizmente é a verdade
/ Eu não devia nem sequer pensar numa felicidade
/ Que não posso ter…”
Tudo a ver com a situação do ministro homônimo.
- O blog no twitter.
Escrito por Josias de Souza às 04h57
   


















    domingo, 23 de outubro de 2011

    RANKING DA POLÍTICA PERNAMBUCANA.



    EM ALTA: O senador Armando Monteiro. Muito próximo ao governador Eduardo Campos e um defensor da pluralidade da Frente Popular, Armando vem se tornando um ator político dos mais confiáveis dentro e fora da aliança. Os partidos da Frente, como o PT, estabelecem ações táticas e estratégicas com o PTB no sentido de “equilibrar” a força que o PSB vem assumindo no contexto da Frente. Por outro lado, setores da fragilizada oposição consideram a possibilidade de uma articulação com o petebista, como um antídoto à “eduardolização” da política pernambucana.

    EM BAIXA: O pólo têxtil do Estado, sobretudo a feira da sulanca, depois das denúncias comprovadas de importação e reciclagem de tecidos utilizados em hospitais americanos. Não se sabe, ainda, a dimensão do problema, mas os analistas de economia se anteciparam a prever que a famosa feira sofreu um golpe duro em sua credibilidade. O Governo do Estado vem empreendendo gestões no sentido de coibir essa prática e tomando medidas que minimizem esses efeitos sobre a economia daquela região.

    Editorial do Blog: Fundação José Sarney, um acinte à República.

    Tiago Recchia

    Alguns heróicos deputados da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão esboçaram resistência à proposta de estadualização da Fundação José Sarney, que passaria a se chamar Fundação da Memória da República Brasileira.  A proposta, como já é do conhecimento público, foi aprovada, pois a governadora Roseana Sarney tem maioria naquela Casa. Trata-se de um verdadeiro acinte aos princípios republicanos que deveriam orientar as ações dos governantes. A Instituição era mantida com recursos privados, mas encontrava-se, na argumentação da governadora, enfrentando algumas dificuldades. A salvação, então, foi recorrer aos recursos da Viúva, que passam a ser destinados ao culto à personalidade de Sarney, consolidando práticas patrimonialistas que deveriam ser extirpadas do nosso sistema político, mas que continuam coexistindo, apesar do flerte com a modernidade. Indagado sobre a utilização de helicóptero do Estado para viagens particulares, Sarney alegou que se tratava de uma homenagem à democracia. Possivelmente ele teria uma resposta parecida se indagada sobre a Fundação José Sarney. Trata-se de mais uma homenagem à democracia. Caberia, então, perguntar qual o conceito que Sarney tem da democracia. A democracia é apenas um dispositivo para a manutenção de seus privilégios.  O clã Sarney é uma das últimas grandes oligarquias da política brasileira, que ratearam o Estado em feudos particulares, explorados de acordos com suas conveniências. Alinhavado com setores conservadores e com partidos como o PT, cuja Direção Nacional decretou intervenção no Diretório Regional do Maranhão, exigindo o apoio do partido à então candidata Roseana Sarney, filha do patriarca do clã. Quando Sarney enfrentou algumas dificuldades no Congresso, Luiz Inácio Lula da Silva fez uma declaração bastante infeliz, sugerindo que Sarney era um ser especial e que não deveria responder pelos seus atos perante à justiça como um cidadão comum. Agora, o Maranhão terá um templo para a adoração desse ser especial; funcionários pagos pelo erário para cuidar dos seus bens pessoais, num exemplo acabado de privatização do público;Os mecanismos de avaliação e de ascensão na carreira se darão estritamente pelo grau de subserviência ao senhor, subvertendo os dispositivos republicanos; as atividades serão orientadas para os rituais totêmicos e o culto à personalidade será a essência dos trabalhos ali realizados, onde a mais-valia pública dará lugar aos benefícios particulares. Uma verdadeira agressão à res pública. Os antigos funcionários da Fundação José Sarney foram incorporados à nova entidade, sem concurso público. No projeto enviado à Assembléia - muito bem assessorada - a governadora definiu com clareza as prerrogativas familiares na indicação de conselheiros e, principalmente, a "disposição" dos bens - a qualquer momento - sem nenhuma satisfação ao Estado. Evidentemente. Quem, afinal, está preocupado com o interesse público?      

    sábado, 22 de outubro de 2011

    Domingueira do Jolugue: Verão de 42

    Planalto pede para Orlando Silva ficar em Brasília. Dilma já decidiu afastá-lo.


    Embora o ministro do Esporte, Orlando Silva, não confirme a reunião com a presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira, 21, o Palácio do Planalto teria pedido para não sair de Brasília. O encontro seria para decidir sobre o futuro do ministro, alvo de denúncias de irregularidades em sua pasta.
    Orlando Silva talvez participasse do encontro do PC do B, no Rio de Janeiro na noite desta sexta, mas a pedido do Planalto deveria permanecer na capital em razão do encontro com Dilma, que poderia ocorrer “a qualquer momento”, segundo informações do comentarista Gerson Camarotti.
    Pelo Twitter, Orlando Silva se defendeu novamente das acusações de um suposto esquema de desvio de recursos do Programa Segundo Tempo e que preparava um “relatório com mentiras publicadas” sobre ele. Também pela rede, disse não ter audiência marcada com a presidente. Apesar de não ter convicção sobre o envolvimento do ministro nas irregularidades, Dilma já decidiu afastá-lo do cargo em razão do desgaste político sofrido por ele. Em evento da Fifa na manhã desta sexta na Suíça, o secretário-geral da federação, Jerome Valcke, já fez menções a um ‘novo interlocutor’ do governo brasileiro para tratar dos assuntos da Copa de 2014.
    Radar do Estadão.

    Campina Grande em festa. Já como senador, Cássio volta à trincheira dos Cunha Lima.

    Cássio confirma chegada em Campina Grande neste domingo

    O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) chega neste domingo às 13h40 no aeroporto João Suassuna. Ele chega direto de São Paulo após participar do Teleton filantrópico, evento exibido pelo SBT e que tem como entidade beneficiária a Associação de Apoio à Criança Deficiente (AACD).

    O senador será recepcionado pelo povo campinense e por lideranças políticas de todas as regiões da Paraíba que já confirmaram que irão manifestar pessoalmente o seu apoio ao reconhecimento unânime obtido junto ao Supremo Tribunal Federal como o verdadeiro senador eleito pelo povo paraibano. Cássio é o senador mais votado da história da Paraíba com 1.004.183 votos.

    O senador Cássio, junto com o governador Ricardo Coutinho e o vice governador Rômulo Gouveia estão em São Paulo desde ontem articulando junto à direção nacional AACD para que seja instalada uma unidade daquela entidade assistencial em Campina Grande, que deverá ocorrer neste sábado, em anúncio que será feito pelo apresentador Silvio Santos.

    Cássio faz questão destacar o apoio decisivo do governador Ricardo Coutinho (PSB) para que a AACD seja instalada em Campina Grande, “sem esse apoio, não seria possível”, declarou.

    Por fim, Cássio ainda lembrou que quem não contribuiu para o Teleton, pode fazê-lo através dos seguintes números: 05001234505, para doar cinco reais; 050012345 10, para doar dez reais, 08007742011 para doações acima de R$ 30,00 e todos também podem doar através do site www.teleton.org.br .

    Assessoria

    sexta-feira, 21 de outubro de 2011

    No ceará tem disso sim. O PSDB de Tasso é oposiçao ao PSB de Cid e Ciro Gomes.

    A união entre o empresário Tasso Jereissati e os Ferreira Gomes, no Ceará, representou o início de um novo ciclo político naquele Estado, desbancando velhas oligarquias que se revezavam no poder – algumas ainda forjadas, na Ditadura Militar. Se, num primeiro momento, o fato contribuiu para um arejamento do sistema político local, logo se corporificaria o embrião de uma neo-oligarquia, assimilando os mesmos vícios apontados nos seus adversários. Sintomático do fenômeno é que alguns jornalistas passaram a se referir a Tasso como “coronel”. Nas eleições passadas, Tasso entrou na lista dos “urubus voando de costa”, de Luiz Inácio Lula da Silva. Lula fez gestões no sentido de impedir que os Ferreira Gomes apoiassem o nome de Tasso para o senado, numa espécie de aliança branca. Ainda bastante prestigiado naquele Estado, tinha-se como certo que a manobra não seria exitosa e que Tasso ocuparia uma das vagas para o Senado como representante do Ceará. Somava-se a isso o fato de Ciro – muito próximo a Tasso – estar magoado, em função de o seu nome ter sido rifado pelo PSB. Vítima desses ardis, Tasso perderia aquelas eleições, tornando-se um político ainda mais magoado com o Planalto e com os irmãos Ferreira Gomes. Na última reengenharia da engrenagem partidária do PSDB, coube ao ex-senador cearence o comando do Instituto Teotônio Vilela, órgão responsável pelas reflexões acadêmicas dos tucanos. No programa local do PSDB local, exibido ontem,  Tasso acionou sua artilharia pesada contra Cid Gomes, denunciando sua postura na última greve da categoria dos professores, onde alguns profissionais teriam sido agredidos pela Polícia Militar ao tentarem acompanhar a votação de um projeto de seu interesse.

    Cássio Cunha Lima e Ricardo Coutinho continuam firmes na aliança.


    Faz algum tempo que se especulou sobre um suposto encontro entre José Maranhão e Cássio Cunha Lima, adversários históricos na política paraibana. Possivelmente, esse encontro nunca houve, conforme o senador Cássio Cunha Lima, através das redes sociais, fez questão de enfatizar. O curioso desse episódio é que as pessoas ligadas à raposa Maranhão sempre se posicionaram sobre o assunto no sentido de uma possibilidade efetiva. Procurado pelos jornais, o próprio Maranhão tratou o tema com bastante diplomacia, inclusive elogiando o galo de campina. Candidato à Prefeitura de João Pessoa, subentende-se, portanto, que o grupo de Maranhão desejava realmente uma aproximação com Cássio Cunha Lima, alimentando um possível rompimento deste com o governador Ricardo Coutinho. Afirmamos aqui pelo http://blogdojolugue.blogspot.com, com base numa frase de um ex-governador de Pernambuco, Paulo Guerra, que em política não existem “nunca” nem “jamais”, mas que considerávamos difícil tal possibilidade, posto não haver, aparentemente, nenhuma razão para a ruptura entre Ricardo Coutinho e Cássio Cunha Lima. Com a resolução da pendência sobre sua posse, a tendência hoje é que essas relações se estreitem cada vez mais, consolidando-se a parceria entre o PSB e o PSDB naquele Estado, estabelecendo-se um link político importante em Brasília.


    quinta-feira, 20 de outubro de 2011

    Cássio comemora decisão do STF. O galo de campina, finalmente, no Senado Federal.

    Cássio comemora decisão do STF e diz que vai retribuir amor da Paraíba com trabalho

    O senador eleito Cássio Cunha Lima (PSDB) comemorou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou, na tarde desta quarta-feira (19), a comunicação imediata da sua posse no Senado Federal. O tucano disse que se sente aliviado com o final deste imbróglio e que só pensa em retribuir com muito trabalho e dedicação todo o carinho recebido do povo paraibano.

    “Tanto amor só posso retribuir com o melhor da minha capacidade de trabalho e que este resulte em melhoria da qualidade de vida das pessoas”, declarou.

    Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitaram os agravos regimentais que contestavam o deferimento do registro de candidatura do senador eleito Cássio Cunha Lima (PSDB) e liberaram o tucano para ser empossado no Senado Federal.

    A decisão foi tomada por unanimidade na tarde desta quarta-feira (19) quase seis meses após o provimento do recurso extraordinário que pedia a liberação da candidatura do senador e um ano após a sua vitória nas urnas com mais de um milhão de votos.

    O comunicado da decisão deve ser encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que este comunique ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) no sentido da Corte local agende a data da diplomação do tucano. Somente após ser diplomado Cássio será empossado.

    Ao negar todos os agravos interpostos contra sua decisão, o ministro explicou que a inelegibilidade de Cássio Cunha Lima por conta da cassação de seu mandato de governador da Paraíba, com base na redação original da Lei Complementar 64/90, já teria esgotado seus efeitos na hora do requerimento do registro.

    Após a decisão do ministro Joaquim Barbosa de comunicação imediata ao TSE sobre a liberação para diplomação de Cássio, o ministro Marco aurélio contestou. Segundo o ministro, como se tratava de agravos referentes a um recurso Extraordinário, o comunicado a Corte Eleitoral só deria ser feito após a publicação dos acórdãos no Diário da Justiça. O voto de Marco Aurélio foi vencido pela Corte que votou com o ministro relator Joaquim Barbosa.

    PolíticaPB com assessoria