No dia de ontem, 14, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, oficializou a sua filiação ao PSD, disposto, mais do que nunca, a disputar as próximas eleições presidenciais. Há um acordo no partido que, aquele pretendente que estiver melhor posicionado nas pesquisas, seja o escolhido como candidato da legenda ao Planalto. Caiado disputa esta indicação com os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e o governador Ratinho Júnior, do Paraná. No momento, Ratinho Júnior é aquele que melhor aparece nas pesquisas de intenção de voto. Aparece tão bem que, dizem, já haveria emissários do PL dispostos a comprar o seu passe, convidando-o para ocupar a vice na chapa de Flávio Bolsonaro. Dizem que Flávio joga parado, mas os seus partidários estão se movimetnadno intensamente. Os jornais deste domingo informam que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, também já teria sido convidado para a vice de Flávio.
Como seus soldados estão bem na fita, a exemplo de Ratinho Júnior, possivelmente Gilberto Kassab cederia neste momento. É possível até que a sondagem a Romeu Zema já seja decorrente de uma recusa de Ratinho Júnior em aceitar a vice neste momento. O mais interessante não é isso. Fala-se numa trinca de ouro de Gilberto Kassab, ou seja, na realidade, o que ele pretende mesmo é aproveitar todo o seu time. Ratinho Júnior como candidato ao Planalto, Eduardo Leite como vice, e Ronaldo Caiado antecipando as trombetas já como o grande futuro Ministro da Segurança Pública. Há gente dentro do PL, interessado em copiar o PSD, ou seja, aconselhando Flávio Bolsonaro a já anunciar o nome de Caiado como o grande xerifão a partir de 2027. Quem sabe o nosso Bukele.
Por enquanto, Romeu Zema é candidato ao Palácio do Planalto. No futuro, porém, uma aliança entre o PL e o Novo é perfeitamente possível. O futuro dura muito tempo. Bem posicionado em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, a candidatura de Flávio atravessa o Triângulo das Bermudas sem sobressaltos, algo que preocupa sensivelmente o Planalto. Assessores diretos do presidente Lula especulam que as recentes cobranças do Governo dos Estados Unidos em relação às facções criminosas seja, na realidade, uma tentativa de interferir nas próximas eleições presidenciais. Trata-se de uma questão que merece um aprofundamento maior, mas é preciso considerar que o Departamento de Estado dos Estados Unidos bate nesta tecla há algum tempo.

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