pub-5238575981085443 CONTEXTO POLÍTICO. : Editorial: O retorno ao estado hobbesiano.
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domingo, 1 de março de 2026

Editorial: O retorno ao estado hobbesiano.


Talvez não haja outro termo mais apropriado para definirmos a situação que o mundo enfrenta neste momento. Instituições de arbitragem sensivelmente fragilizadas, enquanto nações usam e abusam de sua força contra outras nações, impondo sua vontade através do poderio militar. É a lei do mais forte. Nos últimos anos, a humanidade passou por um processo de erosão civilizatória. Aqui no Brasil, são frequentes nossos comentários acerca deste assunto, vividos enquanto ainda estávamos no batente. A aposentadoria nos permitiram alguns momentos de trégua. Procedimentos abjetos, aéticos e criminosos se tornaram rotineiros, sem que as pessoas atentassem acerca das transgressões morais, ilegalidades e ferimento dos princípios cristãos e  humanitários que estavam cometendo. As "arbitragens" deixaram de existir. Não se sabe a quem recorrer, tampouco isso importa, uma vez que as avaliações de se dão no aspecto "político" e não jurídicos. Os americanos dão uma excelente audiência a este blog. Dos  15 mil acessos do dia de ontem, 11,500 foram dos americanos. Como informamos antes, a grande audiência deste blog vem do exterior. 

Num intervalo de uma semana, o presidente Donald Trump anunciou - ou gabou-se? - de ter assassinado o narcoterrorista mais procurado do mundo, o mexicano Nemesio Oseguera Cervantes, mais conhecido como "El Mencho". Faz sentido, uma vez que todo o trabalho de inteligência coube aos Estados Unidos, através da DEA. Eles monitoraram movimentos pouco usuais nas proximidades da Serra de Tapaupa, onde o líder narcoterrorista estava escondido. A possível jovem com a qual ele teria um relacionamento não teve nada a ver. Não houve traição. Eles estavam monitorando o segurança que transportava a jovem para os encontros com "El Mencho". O mesmo ocorreu com a localização do bicheiro Adilsinho, no Brasil, praticamente encontrado pelo monitoramento de um dos seus seguranças. É o que o Mossad chama de "vulnerabilidade". 

Hoje, Donald Trump anunciou que 43 pessoas do alto escalão militar do Irã,  entre eles gente da área de segurança e de inteligência foram abatidos na operação conjunta com forças israelenses naquele país. E assim caminha a humanidade. Em retaliação, o Irã atacou bases norte-americanas localizadas em diversos países do Oriente Médio. Já fecharam o Estreito de Ormuz, o que deve significar, de imediato, uma alta dos preços de combustíveis, o que deve se refletir negativamente no contexto da economia mundial. Estima-se que 20% do petróleo do mundial passe por aquele estreito. Por precaução, por não saber qual o perfil dos americanos que nos dão tanta audiência, vamos ficar por aqui. Hoje a gente não tem chance nem de se explicar.  

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