| Reprodução de O Globo |
Talvez empolgado com os resultados favoráveis nas pesquisas de intenção de voto, o candidato Flávio Bolsonaro tem afinado o violino da campanha com celeridade, enquanto o PT se perde ainda nas discussões internas. Aqui em Pernambuco, causou surpresa os nomes anunciados para concorrer ao Senado Federal. Mendonça Filho, hoje filiado ao União Brasil, que se filiaria ao PL, e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, ainda no União Brasil, mas com enormes dificuldades de entendimento com a outra banda da futura federação União Progressista. O PP está com Raquel Lyra, enquanto o União Brasil, se depender de suas lideranças no estado, seguem no apoio ao nome do prefeito João Campos como candidato ao Governo do Estado.
Bem que poderíamos denominar este editorial como mais um daqueles textos tratadas aqui sobre as idiossincrasias dos arranjos políticos regionais. Vamos precisar de um longo processo de acomodações dessas placas tectônicas da política regional. Ninguém se entende. Acabo de ler uma matéria onde se diz que a governadora Raquel Lyra, que tentará a reeleição, entabula conversas com o MDB. Em Pernambuco, há uma disputa acirrada pelo comando da legenda, que já chegou às barras dos tribunais. Para completar o enredo, o grupo de Raul Henry está perfilado ao lado do prefeito João Campos. Raul, inclusive, ocupa a Secretaria de Articulação Institucional da Prefeitura da Cidade do Recife.

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