Há certas coisas sobre as quais não vale a pena insistir. Se chegássemos a essa conclusão mais cedo teríamos evitados algumas dores de cabeça pela vida afora. É uma pena que alguém seja perseguido por denunciar os malfeitores do erário público, mas é isso mesmo que está ocorrendo em pleno 2026. Quando afirmamos que pouca coisa mudou desde de 1500, algumas pessoas ainda consideram que possamos estar exagerando. Mas, não vamos mexer neste vespeiro para evitarmos exatamente essas dores de cabeça. Deixemos isso para a entidades de classe, que possuem suas assessorias jurídicas. O contraditório é que isso parte de agentes públicos oi instituições que, por dever de ofício, deveram, a rigor, preserva o direito à informação. Nos últimos dias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva insistiu em duas teclas, de forma aparentemente sem algum sentido ou inúteis.
Os Estados Unidos estão decididos a enquadrar organizações como o PCC e o CV como organizações de narcoterroristas. Esta decisão é irreversível no contexto do Departamento de Estado Norte-Americano. Enquadra-se dentro da doutrina Trump para o continente. Portanto foram inúteis os esforços da diplomacia brasileira, através do Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em estabelecer reiterados contatos com Marco Rubio no sentido de que eles pudessem reavaliar a situação. Hoje ficamos sabendo que os Estados Unidos, inclusive, deseja que o país possa abrigar prisioneiros de outras nações - talvez mesmo dos Estados Unidos - assim como já ocorre em El Salvador. Eles querem ir para cima dessas facções que atuam no país. Estão querendo que o Governo informe como irá enfrentá-las. A menina dos olhos do presidente americano é o modelo do CECOT de El Salvador.
Outra atitude, talvez imprudente, foi a recusa em receber um emissário daquele país, que desejava fazer uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra internado neste momento. Uma birra primária que apenas se entende, como setores da imprensa está especulando, se houver uma tentativa de retomada da narrativa do "soberanês", que foi capaz de dá um momento de trégua na popularidade do presidente Lula. No mais é possível que venha encrenca pesada pela frente, algo que poderia ter sido evitado.

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